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| Centro de Portree |
"Quando setembro vier..." nasceu da necessidade de organizar as idéias para limpar o cérebro das poluições da vida... como quem organiza uma gaveta, um armário, coloca tudo no lugar e no final do trabalho, respira aliviado por entender e dominar melhor seu espaço. Bem-vindo ao meu blog! Compartilho com você um pouco de esperança, de alegria e de luz! Que a vida seja sempre como uma bela manhã de setembro!
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Havia uma rosa e uma margarida entre tantas outras flores.
No outono, as estradas escocesas são encantadoras, apesar da chuvinha insistente. Lagos cristalinos se sucedem, emoldurados de montanhas e extensos pinheirais. Mas a lendária criatura, o famoso Monstro de Loch Ness, infelizmente não deu as caras. Aliás, vale lembrar que por aqui, conforme publiquei no post anterior, a língua gaélica ainda tem muita força e "Loch" é exatamente isso que você deduziu, Lago. O Ness se estende no sentido norte-sul e vai margeando a A82. Apesar de muito profundo, é um pouco estreito. Pequenos vilarejos vão se sucedendo e observamos que o feno já estava enrolado nos campos, para alimentar o gado no inverno. Lagos, campos, montanhas, folhas douradas caindo ao vento... a Escócia se abria à nossa frente com a toda sua magia.

os, muitos deles em ruínas,os olhos se abrindo sempre a cada nova visão da antiga e bela terra dos celtas. Aquela era a segunda vez que eu visitava a Escócia e mesmo assim ela continuava me surpreendendo a cada curva da estrada. Uma sensação estranha foi tomando conta de mim: parecia estar me movendo num sonho, que todo aquele cenário não era real.
mente a High Street, somente para pedestres. Os habitantes de Inverness descendem em grande parte dos antigos celtas que falavam gaélico, por isso muitas placas ainda apresentam o nome dos lugares em inglês e em gaélico. Apesar do frio intenso, que andava na casa dos zero graus, Inverness foi uma esperiência incrível, a ser repetida muitas vezes, pois é uma cidade única. À luz do luar ou banhada de sol é um lugar que ficará para sempre na minha memória...

Os homens vieram com seu ódio e seu poder,
Atearam fogo, derramaram seu veneno letal sobre os campos inocentes.
Morreram bichos e plantas, pássaros e flores, calcinados pela ganância humana.
Maltratadas e assustadas, as indefesas aves das matas se refugiaram na agitação das cidades,
Inquietas, perplexas, se indagando sobre a fera terrível que levantara a mão sobre seu lar.
Uma fumaça mortífera subiu do horizonte, levantando suas asas tétricas no azul do céu que escureceu.
O dia se fez noite.
A luz se fez trevas.
E o ódio cobriu de cinza e negro os campos onde deveria reinar a luz.
Cobriu de palhas negras as cidades.
Cobriu de negro o coração dos bons, enlutados pela dor da natureza...
Tristeza, desesperança, morte...
Mas enquanto os homens se perdiam perplexos em seus porquês
A primavera- tão esperada!- veio repentina com sua força poderosa
Derramando sobre os campos feridos sua chuva benfazeja
Ressuscitando a vida e renovando a esperança.
A fera homem semeou ódio
A mão divina veio derramando a cura com suas águas abundantes
O cheiro vivo do verde substituindo o odor maléfico das queimadas.
E a besta fera humana se curvou ante a poderosa mão do Criador
Porque finalmente Setembro chegou...
Porque enquanto houver um resto de amor no coração de uns poucos homens
Setembro sempre virá...
Hoje o gato Poppy ficou assim, docemente pensativo, 







E as boas novas andar nos campos
Quero ver nascer o perdao
Onde a gente plantou
Juntos outra vez
Já sonhamos juntos
Semeando as canções no vento
Mesmo assim nao custa inventar
Uma nova canço que venha nos trazer
Sol de primavera
Abre as janelas do meu peito
A lição sabemos de cor
Só nos resta aprender
Quero ver crescer nossa voz
No que falta sonhar
Já choramos muito
Muitos se perderam no caminho
Mesmos assim nao custa inventar
Uma nova canção
Que venha nos trazer
Sol de primavera
Abre as janelas do meu peito
A lição sabemos de cor
Só nos resta aprender...